TUDO SOBRE O NADO PEITO

TUDO SOBRE O NADO PEITO

Continuando nossa série de publicações sobre TÉCNICA DE NADO, onde abordaremos os quatro estilos: CRAWL, COSTAS, PEITO e BORBOLETA. Quando falamos em TÉCNICA de nado é fundamental fazer AVALIAÇÕES periódicas para mensurar e aprimorar os  seus movimentos. Procure a EVOLVE e tenha a melhora que a tanto tempo busca em sues nados. CONTATO@EVOLVESWIM.COM

O nado PEITO é o que apresenta a maior variabilidade TÉCNICA entre todos os nados. Por isso falaremos dos pontos comuns a todas as vertentes técnicas:

No nado PEITO teremos duas trações, a das pernas e a dos braços. Um consenso entre treinadores é que estas trações devem ser alternadas. Não é produtivo somar ações propulsivas.

A melhor posição de deslize durante a braçada acontece com as pernas estendidas e paradas e a melhor posição de deslize durante a pernada se dá com os braços estendidos e parados. Alternando assim os momentos de tração é possível maximizar o ganho de velocidade.

 

A braçada começa com um PALMATEIO para fora e a quando as mãos estão mais abertas que os ombros a tração para trás se inicia. Os movimentos devem ser sempre rápidos e vigorosos a fim de movimentar a maior quantidade de água.

Durante a braçada as pernas ficam paradas e somente quando começa a recuperação dos braços para frente é iniciado o movimento das pernas

 

 

 

 

A RECUPERAÇÃO da braçada deve ser feita o mais rápido possível. A aceleração dos braços para frente ajuda o corpo a voltar para a horizontal e se manter mais veloz.

Durante esta fase os calcanhares começam a se aproximar do quadril para preparar a pernada.

A RESPIRAÇÃO deve ser feita com a cabeça próxima da água e no tempo da braçada. É um erro grave diminuir o ritmo da braçada para poder respirar.

Após a entrada dos braços e cabeça na água a pernada já está “armada” e pronta para chutar. É importante ter em mente que para uma boa pernada os pés devem estar com a sola voltada para trás e que o movimento deve ter uma aceleração, assim como as braçadas de CRAWL, COSTAS E BORBOLETA.

A PERNADA deve ser feita sem um grande afastamento dos joelhos (geralmente menor que a largura do quadril) e neste momento o quadril deve estar na linha da água para que os pés possam acelerar para atrás e para o fundo projetando o corpo para frente.

 

 

 

Uma dica avançada é soltar o ar somente no final do deslize e não logo que entra com o rosto na água, para que o corpo fique com uma flutuabilidade melhor.

 

A posição de DESLIZE é um pouco diferente dos outros nados. Para obter o maior benefício HIDRODINÂMICO durante o deslize devemos manter o corpo com pés e mãos próximos, as mãos levemente inclinadas para dentro e ligadas pelos dedos indicadores.

 

Seguem as regras oficiais do nado peito para PISCINAS:

NADO DE PEITO
SW 7.1 – Após a saída e em cada volta, o nadador pode dar uma braçada completa até as pernas, durante a qual o nadador pode estar submerso. Uma única pernada de borboleta é permitida em qualquer momento antes da primeira pernada de peito após a saída e após cada virada. A cabeça deve romper a superfície da água antes que as mãos virem para dentro na parte mais larga da segunda braçada.
SW 7.2 – A partir da primeira braçada após a saída e após cada virada, o corpo deve ser mantido sobre o peito. Não é permitido ficar na posição de costas em nenhum momento exceto quando da volta, após o toque na parede onde é permitido girar de qualquer maneira, contanto que quando deixar a parede o corpo deve estar na posição sobre o peito. A partir da saída e durante a prova, o ciclo do nado deve ser uma braçada e uma pernada, nessa ordem. Todos os movimentos dos braços devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal, sem movimentos alternados.
SW 7.3 – As mãos devem ser lançadas junto para frente a partir do peito, abaixo ou sobre a água. Os cotovelos deverão estar abaixo da água exceto para última braçada antes da volta, durante a volta e na última braçada antes da chegada. As mãos deverão ser trazidas para trás na superfície ou abaixo da superfície da água. As mãos não podem ser trazidas para trás além da linha dos quadris, exceto durante a primeira braçada, após a saída e em cada volta.
SW 7.4 – Durante cada ciclo completo, alguma parte da cabeça do nadador deve quebrar a superfície da água. Todos os movimentos das pernas devem ser simultâneos e no mesmo plano horizontal sem movimentos alternados.
SW 7.5 – Os pés devem estar virados para fora durante a parte propulsiva da pernada. Não são permitidos movimentos alternados ou pernada de borboleta, exceto o descrito na SW 7.1 . É permitido quebrar a superfície da água com os pés, exceto seguido de uma pernada de borboleta para baixo.
SW 7.6 – Em cada virada e na chegada da prova, o toque deve ser feito com as duas mãos separadas e simultaneamente, acima, abaixo ou no nível da água. No último ciclo do nado antes da virada e no final da prova, uma braçada não seguida da pernada é permitida. A cabeça pode submergir após a última braçada anterior ao toque, contanto que quebre a superfície da água em qualquer ponto durante o último completo ou incompleto ciclo anterior ao toque.

REFERÊNCIA

https://www.cbda.org.br/_uploads/natacao/RegrasOficiaisNatacao2017_2021.pdf

http://www.fina.org/content/fina-rules-regulations

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