TUDO SOBRE O NADO COSTAS

TUDO SOBRE O NADO COSTAS

Nesta postagem daremos continuidade na série de publicações sobre TÉCNICA DE NADO, onde abordaremos os quatro estilos: CRAWL, COSTAS, PEITO e BORBOLETA. Quando falamos em TÉCNICA de nado é fundamental fazer AVALIAÇÕES periódicas para mensurar e aprimorar os  seus movimentos. Procure a EVOLVE e tenha a melhoria que a tanto tempo busca. CONTATO@EVOLVESWIM.COM

Para começar vamos aos 5 pontos a focar na TÉCNICA do nado COSTAS

1- APOIO

 

 

Durante o apoio a mão deve procurar a posição mais profunda possível sem deixar o cotovelo perder o ângulo de 90º. A rotação de tronco ajuda muito nesta fase. Sem ela não seria possível ir tão fundo no apoio.

Nesta fase o braço oposto começa a se movimentar alinhado com o corpo.

A pernada deve ser forte todo o tempo, mas é nesta fase que ela faz mais falta caso não esteja boa, por isso fique atento e faça boas pernadas.

 

 

 

 

2- TRAÇÃO

 

Na tração o ângulo do cotovelo vai abrindo devagar enquanto o braço vai se aproximando do corpo.

SEMPRE DEIXE A PALMA DA MÃO APONTADA PARA OS PÉS.

Um erro comum desta fase é trazer a mão muito próxima da linha da água. Não é raro alunos ou atletas amadores deixarem os dedos das mão para fora da água nesta fase, o que é um erro grave!

Como no apoio, deve-se sempre procurar a posição mais funda possível, inclusive com ajuda da rotação de tronco.

 

 

 

 

 

3- FINALIZAÇÃO

 

A finalização é o momento de dar direção a toda a força que fizemos nas outras fases. Nesta fase a mão acelera até o momento de contato com o corpo, mas sempre com a palma apontada para os pés. É um erro muito comum terminar batendo a palma da mão na coxa, isso é um desperdício de energia e não tem nenhuma vantagem, pois direciona a propulsão para os lados e não para onde deveria ser.

Ao finalizar uma braçada, a braçada oposta deve estar iniciando o apoio. Alguns nadadores de provas mais curtas conseguem finalizar um braço enquanto iniciam a tração do outro. Isso faz com que não exista nenhum momento sem propulsão dos braços durante o nado.

 

 

 

 

 

 

4- ROTAÇÃO DE TRONCO

 

A rotação de tronco é fundamental para nadar um bom nado de costas. Facilita todas as fases da braçada e atualmente já existem estudos BIOMECÂNICOS que tratam da rotação como movimento propulsivo, ou seja, ela te ajuda a se deslocar. Só cuidado com o excesso de rotação. Da mesma maneira como um avião “estola” se inclinar muito, se a rotação for exagerada pode perder sustentação e deixar o corpo muito fundo.

 

5- PERNADA FUNDA

 

A pernada mais funda ajuda o corpo a ganhar o melhor custo x benefício entre velocidade e sustentação. Um erro grave e muito comum é nadar com os joelhos fora da água. Isso atrasa o nado e gera alavancas pouco favoráveis a um bom deslocamento.

 

 

Seguem as regras oficiais do nado COSTAS para PISCINAS:

NADO DE COSTAS
SW 6.1 – Antes do sinal de partida, os competidores devem alinhar-se na água, de frente para a cabeceira de saída, com ambas as mãos colocadas nos suportes de agarre. Manter-se na calha ou dobrar os dedos sobre a borda da calha é proibido. Quando o suporte de partida para o nado costas estiver sendo usada na saída, os dedos de ambos os pés devem estar em contato com a borda ou com a placa de toque do placar eletrônico. Curvar os dedos dos pés na parte superior da placa de toque é proibido.
SW 6.2 – Ao sinal de partida e quando virar, o nadador deve dar um impulso e nadar de costas durante o percurso exceto quando executar a volta, como na SW 6.5. A posição de costas pode incluir um movimento rotacional do corpo até, mas não incluindo os 90º a partir da horizontal. A posição da cabeça não é relevante.
SW 6.3 – Alguma parte do nadador tem que quebrar a superfície da água durante o percurso. É permitido ao nadador estar completamente submerso durante a volta e por uma distância não maior que 15 metros após a saída e cada volta.
Nesse ponto a cabeça deve ter quebrado a superfície.
SW 6.4 – Quando executar a volta, tem que haver o toque na parede com alguma parte do corpo na sua respectiva raia. Durante a volta, os ombros podem girar além da vertical para o peito após o que uma imediata contínua braçada ou uma imediata contínua e simultânea dupla braçada pode ser usada para iniciar a volta. O nadador tem que retornar posição de costas após deixar a parede.
SW 6.5 – Quando do final da prova, o nadador tem que tocar a parede na posição de costas na sua respectiva raia.

REFERÊNCIAS

https://www.cbda.org.br/_uploads/natacao/RegrasOficiaisNatacao2017_2021.pdf

http://www.fina.org/content/fina-rules-regulations

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